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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Reflexologia

Quem não guarda em sua memória a imagem da mãe ou avó fazendo um escalda pés para aliviar o cansaço? Longe de ser uma crendice popular, a receita caseira funciona mesmo. Já é possível encontrar em clínicas de estéticas e relaxamento a técnica, que hoje aliada a Reflexologia Podal ou Massagem Oriental dos Pés alivia o estresse e traz inúmeros benefícios ao equilíbrio do organismo.
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Segundo a terapeuta Ana Rosa Freneda, a reflexologia trata-se da arte de curar através do toque nos pés, seguindo o princípio de que todos os órgãos do corpo, inclusive o cérebro, estão conectados através de canais de energia ativadas em pontos em nossos pés. Portanto, quando nossos pés estão cansados, assim está nossa mente e corpo.
Ana explica que são supostamente 70 mil terminações nervosas e meridianos em nossos pés. Aplicando pressão ou calor nestes terminais nervosos ocorre um estímulo reflexo de um órgão do corpo no Sistema Nervoso Central (SNC), que imediatamente inicia uma gama de atividades internas verificando o estado e o funcionamento do órgão que está sendo estimulado.
O SNC passa a dar uma atenção extra a este órgão ou sistema, ativando ou diminuindo a atividade atual do mesmo. No sistema digestivo, por exemplo, a Reflexologia é eficaz no combate a várias doenças, como úlcera, gastrite, azia, prisão de ventre, má digestão, hepatite, icterícia, gordura no fígado, pedra na vesícula, enxaqueca, tontura, insônia, sinusite, artrite, gota, hérnia-de-hiato, doença de Crohn, diarréias e hemorróidas.
Também é eficaz para o tratamento de infecções, como asma brôquica, bronquite, enfisema, rinite alérgica, sinusite, faringite, rouquidão, resfriados, tosse e pneumonia. Além disso, ainda apresenta excelentes resultados nos tratamentos da dor ciática, dores lombares, hérnia de disco, dor de cabeça, torcicolo, dores nas costas, LER - Lesão por Esforço Repetitivo ou DORT - Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, artrite, artrose, osteoporose, espasmo muscular, bursite, tendinite, fibromialgia, inflamação no tecido fibroso, câimbras e reumatismo.
O intervalo entre cada sessão de tratamento deve ser de sete dias. São recomendadas pelo menos dez sessões. “É muito importante o contato do terapeuta com o paciente. É nessa conversa inicial que serão detectados os problemas e definidos os pontos de aplicação”, completa.

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