Venha para Ágape fisioterapia

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RPG

terça-feira, 14 de maio de 2019

Microfisioterapia em Piraju

Microfisioterapia  e Leitura biológica  em Piraju
NA CLÍNICA ÁGAPE,  DRA Fabiana  Rosolen Vieira Garcia
Rua Esteves kristensen 441em Piraju
Fone 1433518867 WHATSAP  14997621521

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Microfisioterapia para curar o stress, a ansiedade e a depressão

Segundo  David Servan -Schreiber em seu livro Curar o Stress, a Ansiedade e a depressão sem medicamentos nem psicanalise .

"A medicação psicotrópica pode ser incrivelmente útil. Mas os benefícios da medicação psiquiátrica geralmente param depois que o tratamento é interrompido, e grande numero de pacientes sofrem recaídas.
Uma abordagem diferente
Hoje novos tratamentos emocionais estão sendo divulgados em todo mundo, tratamentos que não a psicanalise convencional ou o Prozac."Resultado de imagem para microfisioterapia

Os principais pressupostos por trás da microfisioterapia, acupuntura e outros:
  •  Dentro do cérebro há um cérebro emocional, um verdadeiro cérebro dentro do cérebro. este segundo cérebro tem uma estrutura diferente, uma organização celular diferente e , inclusive propriedades bioquímicas que são diferentes do resto do neocortex, a parte mais evoluída do cérebro, que é o centro da linguagem e do pensamento
  • O cérebro emocional controla tudo o que governa o nosso bem-estar psicológico, assim como grande parte da fisiologia física: o bom funcionamento do coração, a pressão sanguina, os hormônios, o sistema digestivo e até o sistema imunológico.
  • problemas emocionais resultam de disfunção do cérebro emocional.Para muitas pessoas, essas disfunções originam-se de experiências dolorosas do passado- que não tem nenhuma relação com o presente- e que, no entanto, continuam a controlar seu comportamento. Segundo a microfisioterapia estas são as cicatrizes emocionais encontradas no corpo.
  • a principal meta do tratamento é reprogramar o cérebro emocional para que ele se adapte ao  presente em vez de continuar ás experiencias passadas.
  • Para atingir tal resultado, em geral, é mais eficaz usar métodos que agem via corpo e que influenciam diretamente o cérebro emocional do que usar abordagens que dependam totalmente da linguagem e do raciocínio, aos quais o cérebro emocional não é tão receptivo. A microfisioterapia faz exatamente isto, da estimulo no corpo, para o corpo reconhecer o agente agressor e se curar.
  • o cérebro emocional contem mecanismos naturais de se auto curar: um "instinto para curar". Métodos que agem via corpo se encaixam nesse mecanismo. Como a Microfisioterapia e a acupuntura.
       A microfisioterapia é uma técnica de fisioterapia manual que consiste em identificar a causa primária de uma doença ou sintoma e estimular a auto-cura do organismo, para que o corpo reconheça o agressor (antígeno) e inicie o processo de eliminação através de reprogramação celular e tecidual (MENEZES). Essa agressão primária deixa traços, rastros ou marcas (cicatrizes) que atrapalham o funcionamento das células e tecidos, esses traços, rastros ou marcas ficam armazenados na memória celular ou tecidual, por uma deficiência de eliminação do corpo-mente junto ao agressor (PERT) Através de técnicas de micropalpação seletiva (Folhetos Embriológicos – Ectoderma, endoderma e mesoderma), o fisioterapeuta procura no corpo onde essas memórias se instalaram, e provocaram sintomas locais ou a distância (GROSJEAN/ BENINI).
Uma vez encontrados tais traços, realiza-se por meio da terapia manual específica deste método a simulação da eventual agressão e posterior estimulação suave obedecendo aos conceitos da Medicina Energética (MORENO) os mecanismos de auto-correção para o restabelecer as funções do organismo, eliminando assim doenças e promovendo a saúde Corpo e mente.
As mãos do Fisioterapeuta mobilizam e estimulam os diferentes tecidos de acordo com o tipo de agressão (Tóxica, química, física e emocional).Esta técnica é aplicável em todas as às idades, num objetivo terapêutico ou preventivo (GROSJEAN/BENINI)
Seus princípios de cura são semelhantes aos da homeopatia, já que ambas seguem duas leis:a cura pelo infinitesimal (o medicamento diluído, a palpação mínima) e pela similitude (o semelhante cura o semelhante)


domingo, 14 de outubro de 2018

LeItura biológica

Primeira lei de Hamer, todo trauma que foi de forma aguda, de maneira inesperada vivida no isolamento, vai dar uma marca no cérebro, são anéis concêntricos  que podem ser detectados na tomografia computadorizada, está área dará um estímulo no órgão  correspondente, isso se chama de invariante biológico,  psique, cerebro e órgão,  que se dará  de acordo com a lateralidade da pessoa e sua cultura, ou seja como ela vai viver aquele trauma, naquele momento. A natureza é  sabia nunca ela iria fazer uma doença,  não  existe doenças existe sim programas especiais de sobrevivência.

sábado, 29 de setembro de 2018

Classificação da Depressão dentro dos Conceitos da Medicina Chinesa: etiopatogenia e teoria dos 5 elementos

Adriana dos Santos Publio
Jaqueline Murosaki
Magali Rabelo
Artigo elaborado baseado em partes do Trabalho de Conclusão de Curso. Autora do artigo: Profa. Larissa A. Bachir Polloni - CETN
O estudo das doenças psíquicas tem tido muita relevância no meio científico, principalmente o tratamento holístico dessas enfermidades. Dentro delas, a depressão vem ganhando destaque, já que os casos aumentaram significativamente no Ocidente, abrangendo todas as faixas etárias. Esse aumento tem vários motivos, dentre os quais o ritmo de vida acelerado das pessoas e o empobrecimento das relações interpessoais.
Porém, o termo depressão tem sido equivocadamente usado para definir qualquer estado afetivo normal, como a tristeza, que muitas vezes é resposta de situações de perda, derrota, desapontamento, o que não caracteriza o quadro depressivo propriamente dito. Portanto, faz-se necessário uma compreensão deste transtorno psíquico e de suas principais características. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem 350 milhões de pessoas que sofrem de depressão no mundo. O quadro depressivo pode ser de curta ou longa duração, único ou recorrente. Na sua forma mais grave, pode levar ao suicídio.
Há relatos de depressão muito antigos, como contado na lenda japonesa de Amaterasu Omi Kami, a deusa do Sol, filha do deus Izanagi e da deusa Izanami (senhora da terra da tristeza). Amaterasu tem dois irmãos: o deus da Lua, Tsuki Yomi No Mikoto, e o deus do trovão Suzano o No Mikoto. Este tinha o habito de chorar e lamentar-se. Não aceitava que a irmã, primogênita, fosse encarregada de cuidar dos arrozais japoneses. Decide vingança e manda seus homens destruírem os campos de arroz da irmã. Quando Amaterasu vê seus campos devastados, se entristece e decide não viver mais entre os homens e os deuses. Isola-se dentro de uma gruta nas montanhas e coloca uma pedra na entrada da caverna. Com seu desparecimento, o mundo escurece. E desaparecem também as almas das pessoas e dos animais. Os deuses tentam chama-la, mas sem respostas. Decidem fazer uma festa e chamam Uzume, deusa da alegria e folia; ela fez uma dança engraçada e lasciva para divertir os deuses e deusas, provocando a curiosidade de Amaterasu, que saiu da caverna para espiar e ficou encantada com a própria beleza refletida num espelho que os deuses e deusas haviam colocado ali – e então saiu da gruta, voltando assim, a luz ao coração dos homens e todo o universo se resplandece.
Os primeiros registros científicos iniciam-se com Hipócrates de Cós (450 a.C. –355 a.C.), que descreveu 4 humores como causa do desequilíbrio humano: sangue, bile negra, bile amarela e fleuma. Estes regulariam as emoções, os afetos e o caráter do indivíduo, sendo que o excesso de bile negra levaria as pessoas à melancolia.
Somente no século XIX surgiu o termo “depressão” com o sentido atual. Emil Kraepelin, psiquiatra alemão, reuniu, em 1899, os quadros de depressão e mania em uma só entidade nosológica, dando-lhe o nome de psicose maníaco-depressiva. Em 1957, o psiquiatra alemão, Karl Leonhard (1904-1988) promoveu a disjunção da doença maníaco-depressiva, propondo que ela se dividisse em bipolar (episódios de mania e depressão) e monopolar (apenas depressão).
De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID 10), num episódio depressivo típico, o paciente apresenta um rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição da atividade. Existe alteração da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de concentração, associadas em geral à fadiga importante, mesmo após um esforço mínimo. Observam-se em geral problemas do sono e diminuição do apetite. Existe quase sempre uma diminuição da autoestima e da autoconfiança e frequentemente ideias de culpabilidade e ou de indignidade, mesmo nas formas leves. O humor depressivo varia pouco de dia para dia ou segundo as circunstâncias e pode se acompanhar de sintomas ditos “somáticos”, por exemplo perda de interesse ou prazer, despertar matinal precoce, várias horas antes da hora habitual de despertar, agravamento matinal da depressão, lentidão psicomotora importante, agitação, perda de apetite, perda de peso e perda da libido. O número e a gravidade dos sintomas permitem determinar três graus de um episódio depressivo: leve, moderado e grave.
Depressão no contexto Oriental: Os antigos chineses não tinham conhecimento tecnológico e muito menos estudos bioquímicos e microscópicos, e deram grande importância às emoções como os fatores mais importantes na causa das patologias.
Desta maneira, a depressão não é vista como uma categoria de doença para a MTC, mas sim um desequilíbrio energético, que pode enquadrar-se em um ou mais padrões de desequilíbrio/desarmonia nos Zang Fu, dependendo dos sintomas apresentados pelo indivíduo.
Na China, os pacientes relatam os sintomas somáticos desse desequilíbrio, inexistindo depressão como um sentimento (Maciocia, 2014). Os chineses chamam a depressão de “Yin Yu”, que significa abatimento ou de “Yu Zheng”, que significa padrão de depressão. Esses significados levam ao entendimento desse quadro como uma estagnação, que quase sempre é a causa para o desequilíbrio energético. (Maciocia, 2014). Os sinais e sintomas do quadro depressivo podem estar associados a quadros de deficiência ou estagnação de Qi ou em padrões de desarmonia do YIN/YANG. Principalmente do QI do Fígado, que é o responsável pelo livre fluxo das emoções, como mencionado anteriormente. Isto pode levar a uma constatação de que a função energética do Fígado estará em desarmonia, fazendo com que não seja possível abrigar a Alma Etérea (Hun), lembrando ser esta responsável por sonhos de vida, planos, ideias, projetos, sentido de propósito, relação com os outros, entre outras.
Pensando na Teoria dos Cinco Elementos, a Alma Etérea (Hun), é que dá o movimento para a Mente (Shen), assim; como está em desequilíbrio, o Shen pode ficar inativo ou exercer excesso de controle no Hun, levando ao quadro clínico em questão. JIWEI, HABO (2011), cita pesquisas feitas por Hu Suiyu et al. realizadas em 1977, onde investigaram a apresentação dos sinais e sintomas de pacientes deprimidos, demonstrando a existência de 12 Padrões de Síndromes, que são: estagnação do Qi do Fígado; obstrução do Qi do Fígado e mucosidades; deficiência do Fígado com insuficiência do Baço; insuficiência concomitante do Coração e do Baço; insuficiência do Yin do Fígado e do Rim; estagnação do Qi do Fígado com estase de Sangue; insuficiência do Yang do Baço e do Rim; insuficiência de Qi do Fígado e da Vesícula Biliar; Fogo excessivo no Coração e no Fígado; insuficiência de Yin com hiperatividade do yang; Calor devido à estagnação do Qi do Fígado; umidade estagnada no Aquecedor Médio.
De acordo com PAIVA(2011), a depressão neste contexto pode apresentar-se da seguinte forma, dependendo de onde esteja a deficiência ou estagnação, gerando a não estimulação da Alma Etérea:
- Deficiência de QI e do YANG do Rim: falta de motivação, falta de força de vontade, falta de iniciativa, vontade de ficar encolhido, joelhos frios e fracos, urina clara e abundante, micção noturna e diminuição da libido.
- Deficiência de YIN e QI do Rim: desmoronamento de personalidade, sentiment de desistir da vida, perda total do controle, falta de força de vontade, apático.
- Deficiência ou Estagnação de QI do Rim: pouca energia constitucional ou por uso excessivo. Tem o desejo, porém não consegue atingir seus objetivos.
- Deficiência ou Estagnação de QI do Coração: necessidade de calor humano e de afeto. Tímido, constrangido, apresenta dificuldade na comunicação e de iniciar relacionamentos. Sente-se como se estivesse preso, desconforto na região do tórax, sensação de frio, mãos frias, falta de alegria, solidão, falta de interesse na vida. Tem a sensação de ser amado, mas não ser digno desse amor.
- Estagnação de QI do Coração: frustração nos relacionamentos por dificuldade em expressar cordialidade e sentimentos. Tristeza, aflição, agitação mental, insônia, agitação ao anoitecer, sonhos excessivos, palpitações, dor no tórax em punhalada ou sensação de constrição no tórax, cianose dos lábios e das unhas e mãos frias.
- Deficiência de YANG do Coração: falta de motivação, tendência a se assustar facilmente, palpitações, respiração curta após esforço. Cansaço, Transpiração excessiva.
- Deficiência de YIN do Coração: labilidade emocional, fraqueza e nervosismo, facilmente se cansa e emocionalmente perturbado.
- Deficiência e Estagnação de QI do Fígado: falta de planejamento e decisões insensatas. Incapacidade de habilidades para reverter situações de conflito.
- Deficiência do QI do Fígado/Vesícula Biliar: dúvida sobre si mesmo, incerteza, insegurança, suscetibilidade e hipersensibilidade e um sentido de si muito limitado.
- Estagnação de QI do Fígado: frustração, sente-se bloqueado pelas circunstancias, aversão em ficar parado, zangado e irritável. Mau-humor, irritabilidade, ansiedade, frustração e TPM.
-Fogo no Fígado: raiva reprimida ora raiva expressa; agressividade.
- Deficiência de QI do Baço/Pâncreas – preocupação e questionamentos mentais.
- Estagnação de QI do Baço/Pâncreas: isolamento, comportamento possessivo e dependente, dominadores, invasivos e queixosos.
-Deficiência de QI do Pulmão: recolhimento e falta de participação no presente, dificuldade ou medo de formar vínculos duradouros, vive das lembranças do passado.
- Estagnação do QI do Pulmão: pesar reprimido, apego dos relacionamentos antigos, dificuldade com perdas, irritabilidade branda, acessos de choro, tristeza, sensação de bolo na garganta, dificuldade para engolir, sensação de opressão ou distensão do tórax, ligeira falta de ar.
Para PAIVA (2011), na visão da medicina Chinesa, a depressão pode ser dividida em 05 diferentes tipos, que estão relacionados com a Teoria dos Cinco Elementos:
1 - Depressão ÁGUA: esse tipo de depressão é reflexo de uma desarmonia no elemento água. O "Espírito Guardião "da harmonia no elemento Água é denominado de "Zhi", que mora nos Rins, representa: a raiz do Yin e do Yang, a essência, a iniciativa, o poder de decidir e a confiança.
- Características do paciente depressivo tipo Água:  medo e fobias que podem não ter causa aparente (podem estar associadas a um trauma na infância que o paciente bloqueou na memória e não se lembra). Esse medo fica claro em situações de risco reduzido, onde somente aquele indivíduo hesita em encarar a tal situação.
- Sintomas presentes: apatia; falta de iniciativa- "acho que não vou conseguir"; falta de confiança na sua capacidade de resolver situações (de qualquer natureza); sensação de impotência, inclusive sexual, sem ter nenhum problema estrutural que justifique a causa (indivíduos fortes e bem alimentados que, ainda assim, sentem-se incapazes); podem ser pacientes que enfrentam problemas gênito- urinários.
2 - Depressão TERRA: esse tipo de depressão é um resultante da desarmonia do intelecto. Quando a energia do Baço- Pâncreas é insuficiente ocorre o descontrole do intelecto, destruindo a calma e a claridade dos pensamentos. O espirito guardião do elemento terra (chamado de Yi) sofre e perde a quietude. Reflexão, calma e simpatia compõem a base da matriz emocional do elemento TERRA chamada de Yi.
- Características do paciente depressivo do tipo Terra: os pacientes nesse estado tendem ao desconectar-se da matriz emocional do elemento Terra e podem tornar-se antipáticos, preocupados demais com os problemas alheios e com grande dificuldade de refletir sobre os seus próprios problemas e necessidades. Podem ser indivíduos que se mostram independentes mas que no fundo são extremamente carentes de auto- nutrição e com o espírito pesado. Podem também apresentar dificuldade de concentração matemática e alguma relação forte, podendo ser de afinidade ou não, com o sabor doce.
- Sintomas presentes: pensa demais; confusão; opressão; preocupação excessiva.
3 - Depressão FOGO: esse tipo de depressão envolve problemas afetivos ligados a rejeição e desapontamentos em relacionamentos interpessoais: alegria, amor e razão compõem a base da matriz emocional do coração chamada de Shen.
- Características do paciente depressivo do tipo Fogo: esse tipo de depressão é acompanhado por uma frieza e distância do paciente em relação aos novos relacionamentos, eram pessoas “quentes e sensíveis “que tornaram-se frias e apáticas ou ao contrário, tornaram-se excessivamente agitadas e hipersensíveis. Em casos muito extremos esse tipo de depressão pode gerar comportamentos maníaco-depressivos, maníaco –sexuais e a loucura (perda total da razão, onde o Shen não encontra verdadeira morada).
- Sintomas presentes: falta de alegria de viver, pouco entusiasmo, pouco interesse, falta de inspiração e capacidade de julgamento desequilibrado.
4 - Depressão METAL: esse tipo de depressão geralmente é decorrente de perdas materiais. A tristeza está presente na matriz emocional do elemento Metal. Sentir tristeza ajuda o indivíduo na aceitação, o que o leva na expressão máxima do Pulmão: A Reverência. O Pulmão é também o responsável pela proteção do indivíduo. Daí as
relações entre o Pulmão e a pele (barreira defensiva) e a energia defensiva Wei.QI.
- Características do paciente depressivo do tipo Metal: está ou sente-se de alguma forma desprotegido. A falta de proteção que gera a depressão é relacionada aos aspectos físicos, materiais. A morte de um parente querido, a perda de uma propriedade estimada são exemplos corriqueiros de situações em que o paciente tem problemas em aceiar o inevitável ocorrido e é aí que inicia a desarmonia no elemento metal, a ascensão maléfica da tristeza, geradora da melancolia e resignação.
- Sintomas presentes: resignação, pessimismo e sentimentos de remorso.
5 - Depressão MADEIRA: esse tipo de depressão geralmente é provocado por excesso de tensão e pressão. Ela fica evidente em situações de stress prolongado e também no fracasso. A depressão Madeira é causada pela estagnação do Qi no Fígado
- Características dos pacientes com depressão tipo Madeira: São pacientes que trabalham duro, são ambiciosos e que subitamente perdem a motivação e a direção, por terem sido por algum motivo (geralmente o fracasso) forçados a abandonar uma ação (projeto, ambição, emprego, meta, etc.) muito desejada e assim perdem o sentido de viver.
- Sintomas presentes: frustração, sensação de opressão, falta de movimento, desgosto e irritabilidade, colapso e prostração, perda de propósito de vida e falta de visão perspectiva.
A acupuntura como alternativa de tratamento: A acupuntura, como tratamento complementar na depressão, tem-se apresentado com benefícios satisfatórios em sua terapêutica, eliminando os efeitos colaterais do uso de medicamentos específicos e garantindo a promoção e bem estar do indivíduo (PAIVA, 2011). Nos estudos de SERVAN-SCHEREIBER (2004), médico psiquiatra ocidental, foi constatado que a ação da acupuntura tem o mesmo ritmo da ação dos medicamentos antidepressivos aos quais os chineses haviam comparado.
A medicina chinesa, em sua essência, é contemplativa e empírica. Sua avaliação começa ao ver o paciente pela primeira vez. A agilidade, qualidade dos movimentos, tiques, odores, tom de voz, cores que se refletem na face, todos esses sinais podem ser observados antes mesmo que o paciente diga seu nome. Esses sinais são a manifestação da qualidade energético-sanguínea da pessoa, que possui correspondência com a saúde e a vitalidade de seu organismo.
No primeiro encontro com o paciente, o Ling-Shu ressalta a importância de tocar o espírito do paciente, pois é a realidade sutil que mantém e preserva toda a estrutura física. O tratamento então começa na avaliação, percebendo a fonte da desarmonia e, com sensibilidade, exige atuar no psiquismo do paciente.
Desta maneira, o tratamento realizado através da acupuntura como terapia complementar alcança os objetivos almejados pelo paciente deprimido, que muitas vezes não são demonstrados e sim implícito em seu comportamento frente às situações cotidianas e que se refletem em consultório. Os pontos destinados ao tratamento variam de acordo com a realização do diagnóstico correto, que irá definir qual o padrão de desequilíbrio energético a pessoa apresenta. Desta forma, a construção do plano de tratamento é individual. Porém existem alguns protocolos que podem auxiliar neste processo, no sentido de reestabelecer o livre o fluxo das energias, auxiliando o próprio organismo no processo de homeostase.
Porém, o tratamento é bastante amplo, ele não abrange somente o uso de agulhas, teria que haver uma mudança no estilo de vida e da percepção das situações ao redor. Modificar as relações com a Natureza e entre as pessoas, pois a Medicina Tradicional não trata uma doença, ela preocupa-se com o homem e seu contexto.
Conclusão: A acupuntura como técnica auxiliar no tratamento de quadros depressivos mostrou ser de grande eficácia. Além de ser de baixo custo como a grande maioria dos pesquisadores pontua, não causa efeitos colaterais, contribuindo para a adesão da paciente ao tratamento.
Atualmente, existem muitos artigos em relação ao tratamento da depressão através da acupuntura no contexto ocidental, tentando desmistificar essa doença, auxiliando no resgate da subjetividade do indivíduo e aceitação de seu sofrimento. A tentativa de quantificar as mudanças energéticas no organismo através de contagem de transformações bioquímicas, hormônios ou transformações celulares para demonstrar os mecanismos de ação da acupuntura, é um caminho para auxiliar na aceitação desta pratica no meio cientifico; já não é mais vista como placebo.


sábado, 17 de fevereiro de 2018

O que você é obrigado a engolir

O que você é obrigado a engolir?


                Neste segundo artigo da série falando sobre conflitos relacionados a dificuldades alimentares, falarei sobre as frustrações relacionadas a situações onde devo engolir ou sou forçado a engolir algo que eu gostaria de cuspir ou não gostaria de engolir. Isto afeta a região de dois terços superior do esôfago, onde há incômodos dolorosos e espasmos, que poderão auxiliar para que o objeto engolido seja mais facilmente levado para o estômago, ou pode ser uma contração em direção superior, para facilitar jogar para fora o que foi engolido. Um sinal clássico de alteração neste local, são aquelas “coceiras no fundo da garganta”.
                Desta forma, quando vamos nos alimentar e aquele alimento não nos agrada, mas ele é colocado goela abaixo, como no caso de uma criança que é forçada a engolir um medicamento, ou é forçada a comer aquele alimento, que é saudável, mas que ela não quer, ou naquele momento não está com fome, ela pode provocar esta contração involuntária do esôfago, não conseguindo engolir, e piora ainda quando, o adulto coloca a mão na boca da criança, impedindo de tirar da boca aquele alimento. Ou ainda pode ocorrer naquelas situações onde um adulto possa ter que engolir um alimento para agradar uma outra pessoa, mas vê naquele alimento, algo desagradável que não quer engolir.
                Mas claro que este contexto pode não apenas ser vivido de forma real, onde se é forçado a engolir algo físico, como alimento, medicamento ou qualquer outro objeto ou substância, mas também pode ser vivido de forma emocional. Quando vivenciamos uma forte situação de ter que engolir, aceitar uma situação, uma palavra dita por alguém, uma viagem, um trabalho, um estudo, ou seja, toda e qualquer coisa vista como uma obrigação, no contexto de ter sido forçado a aceitar.
                Já atendi algumas pessoas que apresentavam esta dificuldade em engolir alimentos, após uma situação emocional, de ter que se submeter, aceitar contra a vontade, ter que fazer algo que não queria. Uma história recorrente é o fato de uma gravidez indesejada, aquela mulher engravida em um momento que não programou, e desta forma tem que engolir aquela situação, sem poder tomar qualquer outra decisão, a não ser aceitar. Isto pode desencadear uma dificuldade em engolir alguns determinados alimentos, claro que os sintomas desencadeados dependem da percepção dela durante o momento. Além da mãe, a criança também pode nascer já com esta característica de sintoma também, onde o alimento não irá descer, voltando o leite. Não necessariamente a situação possa ter vindo da gestação, mas dos primeiros dias ou meses de vida, onde a mãe possa viver algo com as pessoas ao redor, tendo que aceitar ter pessoas a auxiliando, como a sogra, onde ela não queria que estivesse ali, no pós-parto, mas tem que aceitar, e isto pode refletir também no bebê, que se alimenta de uma mãe, que não está à vontade naquele período.
                Outras situações comuns são de notícias que te pegam de surpresa, sem reação e ainda se obriga a aceitar, como uma demissão, palavras de críticas, um confrontamento durante um almoço, entre outras situações.
                o sabor do alimento é gravado através de um dos 5 sentidos, que reativa a frustração vivida. Por exemplo, se um bebê está no seio da mãe tomando leite, enquanto os pais têm uma discussão eufórica, aquele leite representa parte do contexto da frustração, desta forma, cada vez que ele se alimentar novamente, o leite, reativará a lembrança do estresse vivido, podendo desencadear o refluxo ou a queimação no esôfago. O mesmo pode ocorrer com bebês que ao nascer são retirados da mãe e levados para berçário ou para a UTI neonatal, e não podem receber o leite da mãe, neste momento eles são forçados a ingerir um leite, em pleno momento de frustração, sem estar seguro ao colo da mãe, isto pode fazer com que perante aquela fórmula específica de leite, apresentar o refluxo, e a outras fórmulas não.
             Mas isto não ocorre apenas nas crianças e bebês, há muitos adultos, que quando ingerem determinados alimentos desencadeiam refluxo, arrotos ou azia, desta forma, estes alimentos devem estar relacionados a situações prévias vividas, que podem ter sido frustrantes, nesta relação de ter que aceitar algo contra a vontade.
                Estes fatores desencadeadores de sintomas, fazem muitas vezes com que a alimentação se torne incômoda ou restrita, mas quando conseguimos resolver o conflito ou padrão inicial que desencadeou o sintoma, a pessoa ou criança volta automaticamente a comer normalmente.

Depressão na vida adulta

A depressão é um transtorno por sintomas de humor deprimido, além de perda lenta e sistemática do prazer e satisfação com a vida. Acomete em torno de 8 a 12% da população com 80% de recorrência, iniciando-se geralmente entre os 20 e 40 anos, embora possa iniciar também na infância.

O estresse parece ser um dos principais fatores ambientas que predispõem um indivíduo à depressão. Em cerca de 60% dos casos, os episódios depressivos são precedidos pela ocorrência de fatores estressantes, principalmente de origem social. Além disso, a conhecida influência de fator
es genéticos no desenvolvimento da depressão poderia ser decorrente de um aumento da sensibilidade a eventos estressantes.

                Várias são as queixas presentes dentro do estado depressivo, incluindo redução da atenção e lentidão do pensamento, distúrbios na memória de curto prazo, memória de longo prazo, e é descrito também que pacientes deprimidos teriam maior seletividade ao negativismo. Trabalhos de Beck (1963) relatam que as construções negativistas do pensamento são o fato primeiro na cadeia sintomática, uma vez que as pessoas depressivas, estando pessimistas, facilmente despertam rejeição o que intensifica sua autodesaprovação, tornando-as mais negativas e assim alimentando o ciclo doentio. 

                Para o tratamento da depressão é necessário a busca pela causa do problema. Sabendo-se que os agentes estressores são o que originam geralmente a depressão, através da Microfisioterapia podemos buscar as memórias estressantes e a partir de então dar um estímulo para restaurar a função dos órgãos responsáveis pelo surgimento desta patologia, possibilitando a retomada da qualidade de vida. 

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O que é Leitura Biológica?

O que é Leitura Biológica?

A Leitura Biológica, técnica proposta pelo fisioterapeuta, osteopata e microkinesiterapeuta belga Emmanuel Corbeel, é baseada no estudo da filogênese, da embriologia, da ontogênese e da etologia animal (estudo do comportamento animal), inspirada principalmente nas pesquisas do Dr. Ryke Geerd Hamer, médico oncologista alemão descobridor da Nova Medicina Germânica.
Foram de imenso valor para a construção desta técnica, estudos sobre a construção da vida no planeta e sobre o desenvolvimento biológico dos seres vivos, desde os seres unicelulares até o ser humano, seus comportamentos, seus programas arcaicos de sobrevivência associados ao estudo transgeracional, estudo este que se ocupa da transmissão das informações memorizadas para as gerações seguintes.
 A memorização da informação é sempre necessária para que haja aprendizado e evolução. A cada experiência de vida, a informação se acumula e é automaticamente replicada e passada para os descendentes. A nossa história de vida está relacionada também com a memória do nosso clã familiar e isto explica de que forma as memórias de conflitos não resolvidos são passadas para as gerações futuras.

 “Nós humanos somos um com a natureza e um com toda a criação.”

A pesquisadora francesa Josie Kromer, apaixonada pelo comportamento animal e estudo transgeracional, contribuiu também para a elaboração da Leitura Biológica, explicando o impacto da vivência das gerações precedentes nas nossas vidas. Josie desenvolveu uma ferramenta muito interessante chamada de grade de lealdade familiar ou grade de concepção, esta grade nos dá informações sobre as gerações que nos precederam dependendo da nossa ordem de nascimento (nossa posição ocupada na grade).

“O indivíduo está inscrito no seu clã familiar, o clã inscrito na espécie e a espécie inscrita na vida” 

– Josie Kromer
Muitos biólogos e pesquisadores contribuíram para esta técnica, porém, sem dúvida o trabalho científico do Dr. Ryke Geerd Hamer é a maior contribuição de todas e é a base de todo o trabalho.
Para o Dr. Hamer a percepção do meio ambiente num momento de estresse é à base da Nova Medicina, durante uma experiência traumática fazemos uma memorização do meio ambiente que irá influenciar na nossa saúde.
Dr. Hamer descobriu Cinco leis biológicas que explicam a causa, o desenvolvimento e a cura natural das “doenças” baseadas em princípios biológicos universais. De acordo com estas leis biológicas, as chamadas “doenças” não são o resultado do mau funcionamento ou doenças malignas do organismo, mas sim “um programa biológico especial da natureza” (SBS), criado para ajudar um indivíduo durante um período de sofrimento emocional e psicológico.
Na natureza temos diferentes programas em função da evolução e da filogênese. Eles são programas arcaicos, necessários à sobrevivência. Por exemplo, o sono reparador é uma necessidade para todo ser vivo, assim como a marcação de território, farejar o perigo (pré sentir), a separação (na natureza cuidar do filhote é imperativo), mostrar as presas (uma antiga forma de dissuasão), a camuflagem e etc. Porém, diante de um hiperestresse programas especiais são acionados.
O Dr. Hamer afirma que os “programas biológicos especiais da natureza” (as doenças) são comuns a todos os seres vivos e são armazenados ao longo da evolução. Estes programas são iniciados após um hiperestresse, um choque emocional, que ocorre fora do campo da consciência, quando ocorre uma inibição da ação. A doença é definida como um acontecimento agindo em três níveis: Psiquismo – Cérebro – Órgão e obedecem as cinco leis biológicas. Através do estudo de muitas tomografias computadorizadas o Dr. Hamer observou manchas redondas no cérebro que lembravam “alvos”, localizadas em níveis cerebrais específicos, relacionados aos sintomas e ao tecido do órgão atingido, estas informações permitiram-no mapear todo o cérebro. Dependendo da localização destes pontos no cérebro, pode-se dizer qual o tipo do conflito sofrido pelo indivíduo, qual o tecido em sofrimento (conjuntivo, nervoso, ósseo, muscular, epitelial) e qual a parte do corpo que esse estresse irá atingir, desencadeando uma “doença”.
Cada pessoa sente e reage às situações difíceis da vida de maneiras diferentes. Essas respostas irão afetar os órgãos se a pessoa se encontrar diante de uma impossibilidade de reação e os seus sintomas serão as pistas que auxiliarão o terapeuta a reencontrar o conflito vivido. O papel da Leitura Biológica é trazer a resposta do inconsciente para o consciente ativando a autocura do organismo.
Existe uma relação direta entre o psiquismo arcaico de um ser vivo, a expressão do programa biológico no tecido do órgão correspondente e a área específica do cérebro. Para uma mesma patologia (doença) são sempre as mesmas áreas cerebrais que são envolvidas, tanto no homem como no animal. Os sintomas têm uma razão biológica.
Estes programas biológicos arcaicos seguem a lei bifásica da natureza acompanhando o ciclo dia/noite (sistema simpático – parassimpático). De dia estamos em atividade e o sistema de controle que gera este estado de vigília é o sistema simpático (parte do sistema nervoso autônomo). Ao contrário, a noite é o momento de atividade reduzida e o sistema parassimpático (parte do sistema nervoso autônomo) se encarrega da recuperação.
O Dr. Hamer constatou também que diante de um hiperestresse, o modo preferencial de resposta varia segundo a polaridade de nascimento (lateralidade). Definiu o hemicórtex esquerdo como feminino e o hemicórtex direito como masculino, cada um destes hemicórtex produz uma resposta própria ao estresse. Por isto, após um mesmo conflito hiperestressante, os destros e os canhotos dos dois sexos expressarão respostas biológicas diferentes.
Hemicórtex – o cérebro humano é dividido em dois lados (dois hemisférios), direito e esquerdo e a última camada é chamada de córtex cerebral, portanto, hemicórtex é o córtex cerebral de um lado do cérebro

“A doença é uma interação significativa entre a psique, o cérebro e o órgão”.

– Ryke Geerd Hamer

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

O que não te deixa dormir?



O que não te deixa dormir?
Estima-se que um terço da população geral sofra de dificuldades em dormir. Dormir mal ou em quantidade insuficiente tornou-se, com efeito, uma queixa de saúde pública extremamente prevalente. Estudos indicam que 5% dos pacientes com insônia consultam os cuidados primários de saúde e 69% nunca mencionaram aos médicos suas dificuldades de dormir. Quando crônica, geralmente reflete distúrbios psicológicos e comportamentais.
As consequências da insônia são preocupantes. Acarretam efeitos adversos para a saúde física, desencadeando fadiga diurna, risco de doenças cardiovasculares, gastrointestinais e psiquiátricas. Interferem, simultaneamente também, no desempenho profissional e nas relações interpessoais. A insônia também está relacionada com o aumento do uso de medicação psicotrópica e com o risco de abuso de outras substâncias.
A insônia é experimentada de forma única por cada doente, pode ser definida, de acordo com a Classificação Internacional das Desordens do Sono, como uma dificuldade em iniciar o sono (insônia inicial), dificuldade em manter o sono (insônia intermédia), acordar muito cedo (insônia terminal) ou, embora com menor frequência por uma queixa de sono não restaurador ou de má qualidade.
Uma noite de insônia pode ser desencadeada se num momento surgir um episódio de estresse como um problema profissional, um conflito conjugal ou a perda de um amigo.
Além de ser o distúrbio do sono mais comum, a insônia está diretamente associada aos transtornos psiquiátricos. Estudos epidemiológicos demonstram que sua persistência é um fator de risco para a depressão, além de que, cerca de 80% dos pacientes com este transtorno se queixam de alterações no padrão do sono, especialmente de insônia terminal. Já os transtornos ansiosos e os do pânico parecem estar mais associados aos tipos, inicial e de manutenção (intermédia).
Na avaliação etiológica da insônia, precisamos aprender a valorizar e investigar os aspectos emocionais tão sistematicamente quanto fazemos em relação aos aspectos orgânicos. O diagnóstico psicológico deve ser tão ativo quanto o orgânico.
Nas crianças o medo de ficar sozinho pode estar associado, ao fato de presenciar brigas entre os pais, à exposição a filmes ou histórias violentas, ou qualquer outro evento assustador. Perda dos pais ou irmãos e estresse pós-traumático são situações frequentemente associadas a alterações no sono em crianças, assim como problemas em instituições (creche, escola, clube) abuso/ violência física ou sexual. Em adolescentes e pré-adolescentes, depressão e ansiedade são causas freqüentes de insônia.
Muitas vezes nos casos de dificuldade em pegar no sono, encontramos pessoas em fase de estresse de situações, em geral, onde a pessoa ainda está tentando processar o que está acontecendo, tentando achar uma solução para o ocorrido, ou permanece não aceitando o que aconteceu. Já a perda de sono no meio da noite pode estar relacionada a situações pós-estresse, como quando a pessoa já saiu da fase crítica, mas durante a madrugada, em torno das 3 horas da manhã, ocorre uma releitura do sintoma, como se o corpo estivesse se preparando para voltar ao funcionamento normal. Há também os casos onde as pessoas possam ter vivido um estresse específico durante a madrugada, como por exemplo, uma notícia de um acidente ou uma morte, onde lhe ligam pela madrugada e é acordado de sobressalto, ou quando estava em uma festa pela madrugada e ocorre um incidente de grande incomodo, desta forma, naquele horário do ocorrido, o cérebro volta a se reativar nos próximos dias, lhe deixando em alerta, caso o incidente ocorra novamente. E ainda há aquelas situações onde a pessoa está vivendo uma grande indecisão em sua vida, preocupada com alguma decisão que terá que tomar, ou sofrendo antecipadamente por algo que está para acontecer.
Estas informações fazem sentido para você? Há algo em sua vida que se encaixe nestes estresses ou preocupações?
Então aproveite para olhar dentro de você, para tentar identificar os motivos de seu sono não estar da forma que você gostaria e tente solucionar este problema, desabafando com alguém, pedindo ajuda, ou simplesmente deixando o ocorrido de lado e focando em outras situações mais relevantes, para que então você possa ter um sono por total reparador e um dia mais energizado. 
A microfisioterapia e a Leitura Biologica pode te ajudar!!
Clínica Ágape fisioterapia & Acupuntura
Rua Esteves Kristensen 441, em Piraju
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Microfisioterapia em Piraju

Microfisioterapia  e Leitura biológica  em Piraju NA CLÍNICA ÁGAPE,  DRA Fabiana  Rosolen Vieira Garcia Rua Esteves kristensen 441em Piraj...