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sábado, 17 de fevereiro de 2018

O que você é obrigado a engolir

O que você é obrigado a engolir?


                Neste segundo artigo da série falando sobre conflitos relacionados a dificuldades alimentares, falarei sobre as frustrações relacionadas a situações onde devo engolir ou sou forçado a engolir algo que eu gostaria de cuspir ou não gostaria de engolir. Isto afeta a região de dois terços superior do esôfago, onde há incômodos dolorosos e espasmos, que poderão auxiliar para que o objeto engolido seja mais facilmente levado para o estômago, ou pode ser uma contração em direção superior, para facilitar jogar para fora o que foi engolido. Um sinal clássico de alteração neste local, são aquelas “coceiras no fundo da garganta”.
                Desta forma, quando vamos nos alimentar e aquele alimento não nos agrada, mas ele é colocado goela abaixo, como no caso de uma criança que é forçada a engolir um medicamento, ou é forçada a comer aquele alimento, que é saudável, mas que ela não quer, ou naquele momento não está com fome, ela pode provocar esta contração involuntária do esôfago, não conseguindo engolir, e piora ainda quando, o adulto coloca a mão na boca da criança, impedindo de tirar da boca aquele alimento. Ou ainda pode ocorrer naquelas situações onde um adulto possa ter que engolir um alimento para agradar uma outra pessoa, mas vê naquele alimento, algo desagradável que não quer engolir.
                Mas claro que este contexto pode não apenas ser vivido de forma real, onde se é forçado a engolir algo físico, como alimento, medicamento ou qualquer outro objeto ou substância, mas também pode ser vivido de forma emocional. Quando vivenciamos uma forte situação de ter que engolir, aceitar uma situação, uma palavra dita por alguém, uma viagem, um trabalho, um estudo, ou seja, toda e qualquer coisa vista como uma obrigação, no contexto de ter sido forçado a aceitar.
                Já atendi algumas pessoas que apresentavam esta dificuldade em engolir alimentos, após uma situação emocional, de ter que se submeter, aceitar contra a vontade, ter que fazer algo que não queria. Uma história recorrente é o fato de uma gravidez indesejada, aquela mulher engravida em um momento que não programou, e desta forma tem que engolir aquela situação, sem poder tomar qualquer outra decisão, a não ser aceitar. Isto pode desencadear uma dificuldade em engolir alguns determinados alimentos, claro que os sintomas desencadeados dependem da percepção dela durante o momento. Além da mãe, a criança também pode nascer já com esta característica de sintoma também, onde o alimento não irá descer, voltando o leite. Não necessariamente a situação possa ter vindo da gestação, mas dos primeiros dias ou meses de vida, onde a mãe possa viver algo com as pessoas ao redor, tendo que aceitar ter pessoas a auxiliando, como a sogra, onde ela não queria que estivesse ali, no pós-parto, mas tem que aceitar, e isto pode refletir também no bebê, que se alimenta de uma mãe, que não está à vontade naquele período.
                Outras situações comuns são de notícias que te pegam de surpresa, sem reação e ainda se obriga a aceitar, como uma demissão, palavras de críticas, um confrontamento durante um almoço, entre outras situações.
                o sabor do alimento é gravado através de um dos 5 sentidos, que reativa a frustração vivida. Por exemplo, se um bebê está no seio da mãe tomando leite, enquanto os pais têm uma discussão eufórica, aquele leite representa parte do contexto da frustração, desta forma, cada vez que ele se alimentar novamente, o leite, reativará a lembrança do estresse vivido, podendo desencadear o refluxo ou a queimação no esôfago. O mesmo pode ocorrer com bebês que ao nascer são retirados da mãe e levados para berçário ou para a UTI neonatal, e não podem receber o leite da mãe, neste momento eles são forçados a ingerir um leite, em pleno momento de frustração, sem estar seguro ao colo da mãe, isto pode fazer com que perante aquela fórmula específica de leite, apresentar o refluxo, e a outras fórmulas não.
             Mas isto não ocorre apenas nas crianças e bebês, há muitos adultos, que quando ingerem determinados alimentos desencadeiam refluxo, arrotos ou azia, desta forma, estes alimentos devem estar relacionados a situações prévias vividas, que podem ter sido frustrantes, nesta relação de ter que aceitar algo contra a vontade.
                Estes fatores desencadeadores de sintomas, fazem muitas vezes com que a alimentação se torne incômoda ou restrita, mas quando conseguimos resolver o conflito ou padrão inicial que desencadeou o sintoma, a pessoa ou criança volta automaticamente a comer normalmente.

Depressão na vida adulta

A depressão é um transtorno por sintomas de humor deprimido, além de perda lenta e sistemática do prazer e satisfação com a vida. Acomete em torno de 8 a 12% da população com 80% de recorrência, iniciando-se geralmente entre os 20 e 40 anos, embora possa iniciar também na infância.

O estresse parece ser um dos principais fatores ambientas que predispõem um indivíduo à depressão. Em cerca de 60% dos casos, os episódios depressivos são precedidos pela ocorrência de fatores estressantes, principalmente de origem social. Além disso, a conhecida influência de fator
es genéticos no desenvolvimento da depressão poderia ser decorrente de um aumento da sensibilidade a eventos estressantes.

                Várias são as queixas presentes dentro do estado depressivo, incluindo redução da atenção e lentidão do pensamento, distúrbios na memória de curto prazo, memória de longo prazo, e é descrito também que pacientes deprimidos teriam maior seletividade ao negativismo. Trabalhos de Beck (1963) relatam que as construções negativistas do pensamento são o fato primeiro na cadeia sintomática, uma vez que as pessoas depressivas, estando pessimistas, facilmente despertam rejeição o que intensifica sua autodesaprovação, tornando-as mais negativas e assim alimentando o ciclo doentio. 

                Para o tratamento da depressão é necessário a busca pela causa do problema. Sabendo-se que os agentes estressores são o que originam geralmente a depressão, através da Microfisioterapia podemos buscar as memórias estressantes e a partir de então dar um estímulo para restaurar a função dos órgãos responsáveis pelo surgimento desta patologia, possibilitando a retomada da qualidade de vida. 

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O que é Leitura Biológica?

O que é Leitura Biológica?

A Leitura Biológica, técnica proposta pelo fisioterapeuta, osteopata e microkinesiterapeuta belga Emmanuel Corbeel, é baseada no estudo da filogênese, da embriologia, da ontogênese e da etologia animal (estudo do comportamento animal), inspirada principalmente nas pesquisas do Dr. Ryke Geerd Hamer, médico oncologista alemão descobridor da Nova Medicina Germânica.
Foram de imenso valor para a construção desta técnica, estudos sobre a construção da vida no planeta e sobre o desenvolvimento biológico dos seres vivos, desde os seres unicelulares até o ser humano, seus comportamentos, seus programas arcaicos de sobrevivência associados ao estudo transgeracional, estudo este que se ocupa da transmissão das informações memorizadas para as gerações seguintes.
 A memorização da informação é sempre necessária para que haja aprendizado e evolução. A cada experiência de vida, a informação se acumula e é automaticamente replicada e passada para os descendentes. A nossa história de vida está relacionada também com a memória do nosso clã familiar e isto explica de que forma as memórias de conflitos não resolvidos são passadas para as gerações futuras.

 “Nós humanos somos um com a natureza e um com toda a criação.”

A pesquisadora francesa Josie Kromer, apaixonada pelo comportamento animal e estudo transgeracional, contribuiu também para a elaboração da Leitura Biológica, explicando o impacto da vivência das gerações precedentes nas nossas vidas. Josie desenvolveu uma ferramenta muito interessante chamada de grade de lealdade familiar ou grade de concepção, esta grade nos dá informações sobre as gerações que nos precederam dependendo da nossa ordem de nascimento (nossa posição ocupada na grade).

“O indivíduo está inscrito no seu clã familiar, o clã inscrito na espécie e a espécie inscrita na vida” 

– Josie Kromer
Muitos biólogos e pesquisadores contribuíram para esta técnica, porém, sem dúvida o trabalho científico do Dr. Ryke Geerd Hamer é a maior contribuição de todas e é a base de todo o trabalho.
Para o Dr. Hamer a percepção do meio ambiente num momento de estresse é à base da Nova Medicina, durante uma experiência traumática fazemos uma memorização do meio ambiente que irá influenciar na nossa saúde.
Dr. Hamer descobriu Cinco leis biológicas que explicam a causa, o desenvolvimento e a cura natural das “doenças” baseadas em princípios biológicos universais. De acordo com estas leis biológicas, as chamadas “doenças” não são o resultado do mau funcionamento ou doenças malignas do organismo, mas sim “um programa biológico especial da natureza” (SBS), criado para ajudar um indivíduo durante um período de sofrimento emocional e psicológico.
Na natureza temos diferentes programas em função da evolução e da filogênese. Eles são programas arcaicos, necessários à sobrevivência. Por exemplo, o sono reparador é uma necessidade para todo ser vivo, assim como a marcação de território, farejar o perigo (pré sentir), a separação (na natureza cuidar do filhote é imperativo), mostrar as presas (uma antiga forma de dissuasão), a camuflagem e etc. Porém, diante de um hiperestresse programas especiais são acionados.
O Dr. Hamer afirma que os “programas biológicos especiais da natureza” (as doenças) são comuns a todos os seres vivos e são armazenados ao longo da evolução. Estes programas são iniciados após um hiperestresse, um choque emocional, que ocorre fora do campo da consciência, quando ocorre uma inibição da ação. A doença é definida como um acontecimento agindo em três níveis: Psiquismo – Cérebro – Órgão e obedecem as cinco leis biológicas. Através do estudo de muitas tomografias computadorizadas o Dr. Hamer observou manchas redondas no cérebro que lembravam “alvos”, localizadas em níveis cerebrais específicos, relacionados aos sintomas e ao tecido do órgão atingido, estas informações permitiram-no mapear todo o cérebro. Dependendo da localização destes pontos no cérebro, pode-se dizer qual o tipo do conflito sofrido pelo indivíduo, qual o tecido em sofrimento (conjuntivo, nervoso, ósseo, muscular, epitelial) e qual a parte do corpo que esse estresse irá atingir, desencadeando uma “doença”.
Cada pessoa sente e reage às situações difíceis da vida de maneiras diferentes. Essas respostas irão afetar os órgãos se a pessoa se encontrar diante de uma impossibilidade de reação e os seus sintomas serão as pistas que auxiliarão o terapeuta a reencontrar o conflito vivido. O papel da Leitura Biológica é trazer a resposta do inconsciente para o consciente ativando a autocura do organismo.
Existe uma relação direta entre o psiquismo arcaico de um ser vivo, a expressão do programa biológico no tecido do órgão correspondente e a área específica do cérebro. Para uma mesma patologia (doença) são sempre as mesmas áreas cerebrais que são envolvidas, tanto no homem como no animal. Os sintomas têm uma razão biológica.
Estes programas biológicos arcaicos seguem a lei bifásica da natureza acompanhando o ciclo dia/noite (sistema simpático – parassimpático). De dia estamos em atividade e o sistema de controle que gera este estado de vigília é o sistema simpático (parte do sistema nervoso autônomo). Ao contrário, a noite é o momento de atividade reduzida e o sistema parassimpático (parte do sistema nervoso autônomo) se encarrega da recuperação.
O Dr. Hamer constatou também que diante de um hiperestresse, o modo preferencial de resposta varia segundo a polaridade de nascimento (lateralidade). Definiu o hemicórtex esquerdo como feminino e o hemicórtex direito como masculino, cada um destes hemicórtex produz uma resposta própria ao estresse. Por isto, após um mesmo conflito hiperestressante, os destros e os canhotos dos dois sexos expressarão respostas biológicas diferentes.
Hemicórtex – o cérebro humano é dividido em dois lados (dois hemisférios), direito e esquerdo e a última camada é chamada de córtex cerebral, portanto, hemicórtex é o córtex cerebral de um lado do cérebro

“A doença é uma interação significativa entre a psique, o cérebro e o órgão”.

– Ryke Geerd Hamer

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

O que não te deixa dormir?



O que não te deixa dormir?
Estima-se que um terço da população geral sofra de dificuldades em dormir. Dormir mal ou em quantidade insuficiente tornou-se, com efeito, uma queixa de saúde pública extremamente prevalente. Estudos indicam que 5% dos pacientes com insônia consultam os cuidados primários de saúde e 69% nunca mencionaram aos médicos suas dificuldades de dormir. Quando crônica, geralmente reflete distúrbios psicológicos e comportamentais.
As consequências da insônia são preocupantes. Acarretam efeitos adversos para a saúde física, desencadeando fadiga diurna, risco de doenças cardiovasculares, gastrointestinais e psiquiátricas. Interferem, simultaneamente também, no desempenho profissional e nas relações interpessoais. A insônia também está relacionada com o aumento do uso de medicação psicotrópica e com o risco de abuso de outras substâncias.
A insônia é experimentada de forma única por cada doente, pode ser definida, de acordo com a Classificação Internacional das Desordens do Sono, como uma dificuldade em iniciar o sono (insônia inicial), dificuldade em manter o sono (insônia intermédia), acordar muito cedo (insônia terminal) ou, embora com menor frequência por uma queixa de sono não restaurador ou de má qualidade.
Uma noite de insônia pode ser desencadeada se num momento surgir um episódio de estresse como um problema profissional, um conflito conjugal ou a perda de um amigo.
Além de ser o distúrbio do sono mais comum, a insônia está diretamente associada aos transtornos psiquiátricos. Estudos epidemiológicos demonstram que sua persistência é um fator de risco para a depressão, além de que, cerca de 80% dos pacientes com este transtorno se queixam de alterações no padrão do sono, especialmente de insônia terminal. Já os transtornos ansiosos e os do pânico parecem estar mais associados aos tipos, inicial e de manutenção (intermédia).
Na avaliação etiológica da insônia, precisamos aprender a valorizar e investigar os aspectos emocionais tão sistematicamente quanto fazemos em relação aos aspectos orgânicos. O diagnóstico psicológico deve ser tão ativo quanto o orgânico.
Nas crianças o medo de ficar sozinho pode estar associado, ao fato de presenciar brigas entre os pais, à exposição a filmes ou histórias violentas, ou qualquer outro evento assustador. Perda dos pais ou irmãos e estresse pós-traumático são situações frequentemente associadas a alterações no sono em crianças, assim como problemas em instituições (creche, escola, clube) abuso/ violência física ou sexual. Em adolescentes e pré-adolescentes, depressão e ansiedade são causas freqüentes de insônia.
Muitas vezes nos casos de dificuldade em pegar no sono, encontramos pessoas em fase de estresse de situações, em geral, onde a pessoa ainda está tentando processar o que está acontecendo, tentando achar uma solução para o ocorrido, ou permanece não aceitando o que aconteceu. Já a perda de sono no meio da noite pode estar relacionada a situações pós-estresse, como quando a pessoa já saiu da fase crítica, mas durante a madrugada, em torno das 3 horas da manhã, ocorre uma releitura do sintoma, como se o corpo estivesse se preparando para voltar ao funcionamento normal. Há também os casos onde as pessoas possam ter vivido um estresse específico durante a madrugada, como por exemplo, uma notícia de um acidente ou uma morte, onde lhe ligam pela madrugada e é acordado de sobressalto, ou quando estava em uma festa pela madrugada e ocorre um incidente de grande incomodo, desta forma, naquele horário do ocorrido, o cérebro volta a se reativar nos próximos dias, lhe deixando em alerta, caso o incidente ocorra novamente. E ainda há aquelas situações onde a pessoa está vivendo uma grande indecisão em sua vida, preocupada com alguma decisão que terá que tomar, ou sofrendo antecipadamente por algo que está para acontecer.
Estas informações fazem sentido para você? Há algo em sua vida que se encaixe nestes estresses ou preocupações?
Então aproveite para olhar dentro de você, para tentar identificar os motivos de seu sono não estar da forma que você gostaria e tente solucionar este problema, desabafando com alguém, pedindo ajuda, ou simplesmente deixando o ocorrido de lado e focando em outras situações mais relevantes, para que então você possa ter um sono por total reparador e um dia mais energizado. 
A microfisioterapia e a Leitura Biologica pode te ajudar!!
Clínica Ágape fisioterapia & Acupuntura
Rua Esteves Kristensen 441, em Piraju
fone 33518867 ou whats: 997621521

CURSO DE BARRAS DE ACCESS CONSCIOUNESS

Em Piraju na Clínica Ágape fisioterapia e acupuntura
CURSO DE BARRAS DE ACCESS CONSCIOUSNESS®
As Barras de Access Consciousness® é um processo terapêutico transformador que funciona através de toques suaves em 32 pontos na cabeça que se conectam com diferentes aspectos de nossa vida e que armazenam componentes eletromagnéticos das sinapses neurais de todas as experiências negativas que já vivemos e que condicionam os padrões de nossa personalidade que nos causam sofrimentos e limitações.
Cada ponto possui registros de milhares de informações limitantes que, por sua vez, impedem o nosso desenvolvimento pleno e a conexão com nossa essência divina.
BARRAS E A NEUROCIÊNCIA
Durante uma sessão de Barras de Access as ondas cerebrais se abrandam permitindo que a carga eletromagnética dos registros que as experiências negativas proporcionaram ao nosso SER sejam liberadas, alterando o significado destas experiências e abrindo espaço para que possam ser criadas novas possibilidades em nossa vida. É como se deletássemos arquivos de nosso disco rígido que estão causando problemas. Desta maneira podemos ver o mundo, a nós mesmos e as
pessoas com outros olhos.
Estudos independentes estão mostrando também melhora na adaptação ao stress do dia a dia, melhora do sistema neuroendócrino, neurovegetativo, melhora da coerência cerebral, melhora do estado psicoemocional, aumento da clareza mental, melhora da energia vital, diminuição de dores e inflamações no corpo, desintoxicação, entre outros benefícios!
A SESSÃO
Quando as barras são ativadas por um terapeuta, inicia-se a liberação dos registros negativos dos pensamentos, sentimentos e emoções armazenadas ao longo de todas as nossas vidas, que nos impedem de ir além dos padrões limitantes que estamos acostumados.
É iniciado um processo de limpeza e de forma fácil são destravados condicionamentos e liberadas as programações que causam limitações e desconfortos, que nos impedem de ser o nosso melhor, de termos acesso a todas as nossas potencialidades internas, de estarmos abertos e em conexão com a energia do nosso Eu Superior.
O pior que pode acontecer ao receber uma sessão de Barras é desfrutar de uma maravilhosa massagem e na melhor das hipóteses, você criar uma vida totalmente diferente e que sempre desejou!
INDICAÇÕES:
As Barras de Access Conciousness® podem ajudar na superação de muitas dificuldades:
Ansiedade, depressão, síndrome do pânico, luto, frustrações, problema de sono, déficit de atenção, hiperatividade, personalidade obsessiva-compulsiva, autismo, doenças físicas, traumas, entre outros.
Há muitos depoimentos dessa cura, inclusive do Dr. Dain, co fundador de Access Consciousness que se curou com as Barras de Access quando já estava querendo tirar a própria vida!
Os benefícios imediatos mais comuns após uma sessão de Barras de Access:
- melhora da clareza, disposição e concentração mental e da capacidade de resolver problemas;
- redução da ansiedade, depressão, pensamentos agitados e problemas de sono;
- aumento da alegria, da satisfação e da motivação diante da vida;
- relaxamento profundo, mais energia, disposição e ânimo;
- eliminação de padrões de comportamento negativo;
- recuperação rápida de cirurgias com menos dores;
- redução de conflitos internos e externos;
- fortalecimento do sistema imunológico;
- redução de tensões físicas e mentais;
- alívio de traumas e de stress;
- paz interior.
O CURSO:
Pode ser realizado por todas as pessoas e ele tem a capacidade de abrir possibilidades em qualquer área da vida.
Pode ser feito com o objetivo de crescimento pessoal, para ajudar familiares e amigos, para se tornar um terapeuta e receber por isso!
É para todos que desejam que sua vida seja mais leve, mais fácil, mais saudável, mais próspera e mais divertida!
Quer saber mais?
Seguem 3 vídeos que gosto muito:
A hora é agora? Então escolha!
Em março dia 11, de 2018
Informações e inscrições: 1433518867 ou whats da clínica: 14997621521

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Explicando uma sessão de microfisioterapia

O QUE É?

É uma técnica de terapia manual que visa tratar a causa da doença e não apenas seu sintoma. Capaz de identificar tecidos que perderam sua função e vitalidade normal após eventos agressores ao organismo, a Microfisioterapia promove a normalização e a regulação das regiões corporais afetadas.
Complementar à Medicina Tradicional, a Microfisioterapia trata a mente e o corpo como um todo, do mesmo modo que a Homeopatia e a Medicina Tradicional Chinesa.
Desenvolvida na França, a Microfisioterapia é muito utilizada em países da Europa e da África e atualmente vem se difundindo por todo o mundo. No Brasil, é cada vez mais procurada por seus benefícios e resultados.

QUAIS BENEFÍCIOS?


Os benefícios proporcionados pela Microfisioterapia são muitos, entre eles:
  • Melhoria do estado emocional
  • Tratamento das dores
  • Estimulação do sistema Imunológico
  • Identificação da causa primária de um sintoma ou de uma doença
  • Promoção da saúde
  • Prevenção de doenças

QUAIS SÃO SUAS BASES?

A Microfisioterapia tem como base científica a Embriologia. O cérebro, a pele e seus anexos têm da mesma origem embrionária, o ectoderma, o que explica a profunda relação entre eles. Sem percebermos, os sentimentos e as emoções que nos afetam são registrados pelo sistema nervoso em nosso corpo e permanecem influenciando nossa saúde quando não os tratamos.
Considerando esses fatos, a Microfisioterapia promove o tratamento por meio de toques específicos sobre a pele, a fim de estimular o sistema nervoso a eliminar esses registros e restabelecer o equilíbrio físico e emocional. Esse processo tem como fundamento quatro princípios elementares: a autocura, a cicatriz patológica, a correção homeopática e a micropalpalção.
Autocura
É a capacidade que o corpo tem de se curar de forma natural, como se possuísse uma inteligência inata e soubesse do que precisa para manter-se bem, com saúde. Existe uma força curativa dentro de nós que Hipócrates, o pai da medicina (460 a.C.), chamava de “fisis” e que a homeopatia e a naturopatia chamam de “energia vital” e os hindus chamam de “prana”. A autocura é movida por esta energia que faz com que a doença ou as anormalidades em nosso corpo sejam curadas.
Cicatriz patológica
É o registro que se forma quando sofremos uma agressão muito forte ou quando se verifica uma deficiência no sistema imunológico. Trata-se de um vestígio da agressão no corpo que deforma a célula, deturpando sua função e provocando sintomas. Na região em que se forma a cicatriz ocorre a perda da energia vital. Os gestos do terapeuta são realizados sobre esse local, a fim de estimular o processo de autocura.
Micropalpação
Assim como a Homeopatia, a Microfisioterapia segue as leis da cura pelo semelhante (semelhante cura semelhante) e do infinitesimal (medicamento diluído; palpação mínima). As micropalpações são gestos feitos pelo terapeuta, sempre com as duas mãos em aproximação. A partir da sensação entre elas, o terapeuta detecta se há perda de vitalidade no tecido e identifica a memória (cicatriz) de uma eventual agressão. Efetuando essas micropalpações, ele informa ao corpo as agressões e desencadeia o processo de autocura.

QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES?

  • Depressão bipolar
  • Alergias em geral
  • Dores físicas
  • Traumas emocionais
  • Fibromialgia
  • Fobias
  • Ansiedade
É indicada para qualquer pessoa, independente da patologia ou idade.
A Microfisioterapia é uma técnica complementar que visa encontrar a causa dos eventos.
Não se opõe à Medicina ou à Fisioterapia, atuando de forma preventiva ou curativa.

COMO FUNCIONA A SESSÃO?

As sessões têm duração média de uma hora. O número de sessões varia de acordo com a queixa do paciente. De maneira geral, para uma determinada queixa, podem ser necessárias de três a quatro sessões.
A primeira parte do trabalho consiste numa investigação micropalpatória, que possibilita detectar a causa responsável pelo sintoma relatado a partir da cicatriz patológica. A segunda parte consiste em identificar o sintoma causado pela cicatriz. O terapeuta mantém sua mão na causa (cicatriz) e investiga com a outra mão a consequência (o sintoma), percorrendo a linha média do corpo à procura do nível afetado. Uma vez definido o nível, a procura segue na linha transversal deste nível. A perda da energia vital no ponto atingido permite determinar o sintoma e a sua localização no corpo, o qual se manifesta por uma restrição entre o tecido naquele nível e o órgão afetado.
Nesse momento, é possível ao terapeuta estabelecer aproximadamente a data em que o acontecimento instalou-se, solicitando pela micropalpação uma resposta ao órgão afetado. O organismo do doente reage a esta data e a restrição é percebida pelas mãos do terapeuta, assim como na técnica de Cinesiologia Aplicada. Embora a lembrança da data não interfira no tratamento, a fixação de datas traumáticas é uma informação interessante, pois permite ao paciente conhecer a origem daquela desordem. A compreensão da causa da dor presente também serve como prevenção.
Uma vez identificada e localizada a cicatriz, o corpo é estimulado a desencadear o processo de autocura, de maneira quase instantânea. É promovido um diálogo direto com a memória tecidual da pessoa, por via palpatória, sem nenhum outro apoio. O mecanismo de autocorreção é obtido desta maneira, tanto nos adultos, como nos bebês ou crianças.
Como a Microfisioterapia pode me ajudar?
A Microfisioterapia é fundada sobre um princípio natural e elementar da vida. Ela ajuda o corpo a eliminar os traumas passados ou presentes guardados na memória celular, que impedem o bom funcionamento do organismo, assim como pequenos grãos de areia provocam o mau desempenho de um sistema mecânico. Diariamente, nosso corpo luta contra agressões de toda natureza e de diferentes intensidades, provenientes do exterior (micróbios, toxinas, choques físicos ou emocionais etc.) ou do interior (fraqueza de órgãos, cansaço, problemas existenciais etc.). Geralmente, nosso organismo se autocorrige em silêncio, sem que isso venha a ser percebido. Contudo, quando essas agressões não são identificadas ou reconhecidas ou quando são demasiado fortes, o corpo pode não reagir de maneira eficaz e então a agressão produz uma “cicatriz” nos tecidos, uma memória do acontecimento. Apesar da aparente sensação de cura, o acúmulo destas memórias pode fazer com que a dor apareça, uma doença se desencadeie ou que o corpo se enfraqueça, tornando-se incapaz de lutar. Assim, desenvolvem-se dores e doenças crônicas.
A Microfisioterapia auxilia na eliminação natural destas memórias que enfraquecem o nosso organismo. Quando liberado o obstáculo, o corpo pode então reencontrar as capacidades que perdeu, às vezes mesmo depois de muitos anos.
Quantas sessões são necessárias?
Para um determinado sintoma, são necessárias no máximo de três a quatro sessões. Normalmente, uma sessão é suficiente para um bom resultado. A segunda sessão pode ser realizada dependendo de como se desenvolva a primeira e se o terapeuta achar necessário ou se o paciente ainda apresentar queixas. As sessões devem ser espaçadas de três semanas a um mês, para que o corpo possa desenvolver naturalmente seu trabalho de autocura. Eventualmente, se o problema for agudo, podem ser indicadas duas sessões seguidas. É conveniente efetuar uma sessão por ano, a título preventivo. O paciente também pode realizar sessões a cada seis meses para controle ou se apresentar sintomas agudos.
Devo me despir para a sessão de Microfisioterapia?
Não é necessário se despir para realizar o tratamento. A roupa não interfere na efetividade do processo. Porém, são indicadas roupas leves para as sessões.
Como o fisioterapeuta percebe as memórias na pele?
O terapeuta procura localizar pontos no corpo do paciente em que haja perda de energia vital. Qualquer atividade corporal tem seu ritmo dentro do organismo e também na superfície da pele. Estes ritmos são percebidos pelas mãos do terapeuta como micromovimentos. Assim, ele apalpa diferentes zonas do corpo, a fim de verificar se os ritmos estão normais. Essa palpação é feita em movimento de aproximação das mãos. Se os ritmos estiverem ausentes em determinado local, isso significa que existe ali uma “cicatriz”, fonte de uma disfunção. A sensação dos micromovimentos do corpo orienta o terapeuta a seguir o caminho percorrido pela agressão e a ativar o processo de autocura.
Como é realizada a sessão?
Uma sessão de microfisioterapia dura cerca de 45 a 60 minutos. Após ter exposto as razões da consulta, o paciente se deita vestido sobre uma maca. Primeiramente, o terapeuta localiza e identifica as cicatrizes que obstruem o corpo, percebendo os ritmos vitais. Ao detectar uma perturbação, ele efetua palpações sutis para informar o organismo da presença desta cicatriz. Assim o corpo reencontra a memória do choque e se concentra nela para eliminá-la definitivamente. O paciente permanece deitado durante a sessão e recebe do terapeuta as informações dos bloqueios encontrados. Nesse momento, o corpo inicia o processo de reconhecimento e eliminação do evento agressor. Muitas vezes o paciente pode sentir cansaço e sonolência durante a sessão, que são percebidos antes mesmo que ela acabe.
Ocorrem reações após a sessão?
O trabalho de autocura que o corpo desenvolve após a sessão, pode provocar ligeiro cansaço durante um ou dois dias. Por isso, é indicado que o paciente descanse após a sessão, não realize esforço físico desnecessário, não dirija seguidamente por longo período de tempo etc. Para reduzir o cansaço e auxiliar o processo, aconselha-se a ingestão de 1,5 a 2 litros de água por dia, nos dias subsequentes à sessão, a fim de facilitar o trabalho de eliminação das cicatrizes. Muito embora não sejam frequentes, outros sintomas podem ocorrer, como diarreia, vômito, aumento da dor, febre, crise emocional ou sentimento de raiva por um ou dois dias. Tudo isso acontece em razão da liberação das memórias agressoras. O paciente deve então descansar e deixar que o sistema imunológico realize seu trabalho com o mínimo de interferência medicamentosa possível, não se esquecendo de ingerir muita água.
Por que não tratar somente a zona dolorosa?
Porque a memória traumática que provoca a dor não está necessariamente no mesmo local. O corpo é um organismo complexo, que sofre reações em cadeia, as quais podem percorrer longas distâncias. Por isso, o tratamento não é feito unicamente sobre a região afetada, mas sobre todo o organismo, que o terapeuta considera em sua globalidade. Como exemplo, dores lombares podem ter origem nas glândulas paratireóides situadas na base do pescoço, ao enviarem uma mensagem química equivocada, provocando espasmos dos músculos da coluna no nível lombar. Por meio do exame e da técnica micropalpatória, o terapeuta localiza e identifica a memória traumática causadora da dor e estimula o corpo a eliminar essa cicatriz, promovendo não só o alívio, mas também ajudando a prevenir os riscos de recidivas, o deslocamento dessa memória para outro ponto ou o desenvolvimento de uma degeneração.
A melhora do paciente pode resultar de autossugestão?
A partir do momento que as mãos do terapeuta são colocadas sobre o paciente, isolam-se as porções do tecido corporal que guardam as memórias de agressões e se estimula o corpo a que promova sua autocorreção. Considerando que isso acontece com pessoas de todas as idades, desde recém-nascidos até idosos, é evidente que a melhora do paciente não resulta de autossugestão, mesmo porque bebês não podem ser sugestionados pela micropalpação. Além do mais, pessoas muito descrentes obtêm excelentes resultados com a microfisioterapia.
É uma técnica científica?
Hoje, considera-se ciência o que foi avaliado. A microfisioterapia foi objeto de mais de trinta tipos de avaliações, algumas em meio hospitalar e de acordo com protocolos rigorosos (duplo cego), as quais comprovaram, por exemplo, o efeito benéfico da técnica em 74% dos pacientes submetidos a teste e que sofriam de colopatia crônica. Do mesmo modo, foram realizadas várias investigações em laboratórios sobre os ritmos vitais dos organismos vivos. Na Europa foram desenvolvidos quarenta e dois trabalhos científicos a respeito da microfisioterapia e no Brasil estão sendo realizadas pesquisas em parceria com Universidades. Atualmente, cerca de 5.000 microfisioterapeutas encontram-se em atividade na comunidade europeia, onde governos reconhecem a técnica e pagam por sessões em decorrência dos benefícios proporcionados pela melhoria da qualidade de vida e do bem-estar das pessoas e pela diminuição do consumo de medicamentos.
Qualquer um pode praticar a microfisioterapia?
Não. Todos podem sentir os micromovimentos do corpo, no entanto é necessário um conhecimento profundo da anatomia humana para realizar um bom tratamento. Por isso, o Centro de Formação de Microfisioterapia (França) somente admite fisioterapeutas em seus cursos. Antes de ser microfisioterapeuta, o fisioterapeuta é, sobretudo, um profissional da saúde, com um diploma de Estado. No Brasil, apenas fisioterapeutas podem atuar.
Quais problemas a microfisioterapia pode aliviar?
Muitas doenças e dores se devem a pequenas disfunções que se acumulam durante a nossa existência e terminam por enfraquecer o organismo. Essas disfunções podem ter como causa uma frustração, perdas, sentimentos de abandono, traumas que ocorreram na gestação, intoxicações e até mesmo memórias hereditárias. A microfisioterapia ajuda o corpo a eliminar estas “cicatrizes” e a melhorar seu estado de saúde. Ela auxilia o organismo a promover sua própria reconstituição, eliminando os vestígios emocionais e traumáticos. Muitos problemas de saúde podem ser solucionados com a microfisioterapia.

domingo, 15 de outubro de 2017

O QUE É A MICROFISIOTERAPIA?

O QUE É?

É uma técnica de terapia manual que visa tratar a causa da doença e não apenas seu sintoma. Capaz de identificar tecidos que perderam sua função e vitalidade normal após eventos agressores ao organismo, a Microfisioterapia promove a normalização e a regulação das regiões corporais afetadas.
Complementar à Medicina Tradicional, a Microfisioterapia trata a mente e o corpo como um todo, do mesmo modo que a Homeopatia e a Medicina Tradicional Chinesa.
Desenvolvida na França, a Microfisioterapia é muito utilizada em países da Europa e da África e atualmente vem se difundindo por todo o mundo. No Brasil, é cada vez mais procurada por seus benefícios e resultados.

QUAIS BENEFÍCIOS?

Os benefícios proporcionados pela Microfisioterapia são muitos, entre eles:
  • Melhoria do estado emocional
  • Tratamento das dores
  • Estimulação do sistema Imunológico
  • Identificação da causa primária de um sintoma ou de uma doença
  • Promoção da saúde
  • Prevenção de doenças

QUAIS SÃO SUAS BASES?

A Microfisioterapia tem como base científica a Embriologia. O cérebro, a pele e seus anexos têm da mesma origem embrionária, o ectoderma, o que explica a profunda relação entre eles. Sem percebermos, os sentimentos e as emoções que nos afetam são registrados pelo sistema nervoso em nosso corpo e permanecem influenciando nossa saúde quando não os tratamos.
Considerando esses fatos, a Microfisioterapia promove o tratamento por meio de toques específicos sobre a pele, a fim de estimular o sistema nervoso a eliminar esses registros e restabelecer o equilíbrio físico e emocional. Esse processo tem como fundamento quatro princípios elementares: a autocura, a cicatriz patológica, a correção homeopática e a micropalpalção.
Autocura
É a capacidade que o corpo tem de se curar de forma natural, como se possuísse uma inteligência inata e soubesse do que precisa para manter-se bem, com saúde. Existe uma força curativa dentro de nós que Hipócrates, o pai da medicina (460 a.C.), chamava de “fisis” e que a homeopatia e a naturopatia chamam de “energia vital” e os hindus chamam de “prana”. A autocura é movida por esta energia que faz com que a doença ou as anormalidades em nosso corpo sejam curadas.
Cicatriz patológica
É o registro que se forma quando sofremos uma agressão muito forte ou quando se verifica uma deficiência no sistema imunológico. Trata-se de um vestígio da agressão no corpo que deforma a célula, deturpando sua função e provocando sintomas. Na região em que se forma a cicatriz ocorre a perda da energia vital. Os gestos do terapeuta são realizados sobre esse local, a fim de estimular o processo de autocura.
Micropalpação
Assim como a Homeopatia, a Microfisioterapia segue as leis da cura pelo semelhante (semelhante cura semelhante) e do infinitesimal (medicamento diluído; palpação mínima). As micropalpações são gestos feitos pelo terapeuta, sempre com as duas mãos em aproximação. A partir da sensação entre elas, o terapeuta detecta se há perda de vitalidade no tecido e identifica a memória (cicatriz) de uma eventual agressão. Efetuando essas micropalpações, ele informa ao corpo as agressões e desencadeia o processo de autocura.

QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES?

  • Depressão bipolar
  • Alergias em geral
  • Dores físicas
  • Traumas emocionais
  • Fibromialgia
  • Fobias
  • Ansiedade
É indicada para qualquer pessoa, independente da patologia ou idade.
A Microfisioterapia é uma técnica complementar que visa encontrar a causa dos eventos.
Não se opõe à Medicina ou à Fisioterapia, atuando de forma preventiva ou curativa.

COMO FUNCIONA A SESSÃO?

As sessões têm duração média de uma hora. O número de sessões varia de acordo com a queixa do paciente. De maneira geral, para uma determinada queixa, podem ser necessárias de três a quatro sessões.
A primeira parte do trabalho consiste numa investigação micropalpatória, que possibilita detectar a causa responsável pelo sintoma relatado a partir da cicatriz patológica. A segunda parte consiste em identificar o sintoma causado pela cicatriz. O terapeuta mantém sua mão na causa (cicatriz) e investiga com a outra mão a consequência (o sintoma), percorrendo a linha média do corpo à procura do nível afetado. Uma vez definido o nível, a procura segue na linha transversal deste nível. A perda da energia vital no ponto atingido permite determinar o sintoma e a sua localização no corpo, o qual se manifesta por uma restrição entre o tecido naquele nível e o órgão afetado.
Nesse momento, é possível ao terapeuta estabelecer aproximadamente a data em que o acontecimento instalou-se, solicitando pela micropalpação uma resposta ao órgão afetado. O organismo do doente reage a esta data e a restrição é percebida pelas mãos do terapeuta, assim como na técnica de Cinesiologia Aplicada. Embora a lembrança da data não interfira no tratamento, a fixação de datas traumáticas é uma informação interessante, pois permite ao paciente conhecer a origem daquela desordem. A compreensão da causa da dor presente também serve como prevenção.
Uma vez identificada e localizada a cicatriz, o corpo é estimulado a desencadear o processo de autocura, de maneira quase instantânea. É promovido um diálogo direto com a memória tecidual da pessoa, por via palpatória, sem nenhum outro apoio. O mecanismo de autocorreção é obtido desta maneira, tanto nos adultos, como nos bebês ou crianças.
Como a Microfisioterapia pode me ajudar?
A Microfisioterapia é fundada sobre um princípio natural e elementar da vida. Ela ajuda o corpo a eliminar os traumas passados ou presentes guardados na memória celular, que impedem o bom funcionamento do organismo, assim como pequenos grãos de areia provocam o mau desempenho de um sistema mecânico. Diariamente, nosso corpo luta contra agressões de toda natureza e de diferentes intensidades, provenientes do exterior (micróbios, toxinas, choques físicos ou emocionais etc.) ou do interior (fraqueza de órgãos, cansaço, problemas existenciais etc.). Geralmente, nosso organismo se autocorrige em silêncio, sem que isso venha a ser percebido. Contudo, quando essas agressões não são identificadas ou reconhecidas ou quando são demasiado fortes, o corpo pode não reagir de maneira eficaz e então a agressão produz uma “cicatriz” nos tecidos, uma memória do acontecimento. Apesar da aparente sensação de cura, o acúmulo destas memórias pode fazer com que a dor apareça, uma doença se desencadeie ou que o corpo se enfraqueça, tornando-se incapaz de lutar. Assim, desenvolvem-se dores e doenças crônicas.
A Microfisioterapia auxilia na eliminação natural destas memórias que enfraquecem o nosso organismo. Quando liberado o obstáculo, o corpo pode então reencontrar as capacidades que perdeu, às vezes mesmo depois de muitos anos.
Quantas sessões são necessárias?
Para um determinado sintoma, são necessárias no máximo de três a quatro sessões. Normalmente, uma sessão é suficiente para um bom resultado. A segunda sessão pode ser realizada dependendo de como se desenvolva a primeira e se o terapeuta achar necessário ou se o paciente ainda apresentar queixas. As sessões devem ser espaçadas de três semanas a um mês, para que o corpo possa desenvolver naturalmente seu trabalho de autocura. Eventualmente, se o problema for agudo, podem ser indicadas duas sessões seguidas. É conveniente efetuar uma sessão por ano, a título preventivo. O paciente também pode realizar sessões a cada seis meses para controle ou se apresentar sintomas agudos.
Devo me despir para a sessão de Microfisioterapia?
Não é necessário se despir para realizar o tratamento. A roupa não interfere na efetividade do processo. Porém, são indicadas roupas leves para as sessões.
Como o fisioterapeuta percebe as memórias na pele?
O terapeuta procura localizar pontos no corpo do paciente em que haja perda de energia vital. Qualquer atividade corporal tem seu ritmo dentro do organismo e também na superfície da pele. Estes ritmos são percebidos pelas mãos do terapeuta como micromovimentos. Assim, ele apalpa diferentes zonas do corpo, a fim de verificar se os ritmos estão normais. Essa palpação é feita em movimento de aproximação das mãos. Se os ritmos estiverem ausentes em determinado local, isso significa que existe ali uma “cicatriz”, fonte de uma disfunção. A sensação dos micromovimentos do corpo orienta o terapeuta a seguir o caminho percorrido pela agressão e a ativar o processo de autocura.
Como é realizada a sessão?
Uma sessão de microfisioterapia dura cerca de 45 a 60 minutos. Após ter exposto as razões da consulta, o paciente se deita vestido sobre uma maca. Primeiramente, o terapeuta localiza e identifica as cicatrizes que obstruem o corpo, percebendo os ritmos vitais. Ao detectar uma perturbação, ele efetua palpações sutis para informar o organismo da presença desta cicatriz. Assim o corpo reencontra a memória do choque e se concentra nela para eliminá-la definitivamente. O paciente permanece deitado durante a sessão e recebe do terapeuta as informações dos bloqueios encontrados. Nesse momento, o corpo inicia o processo de reconhecimento e eliminação do evento agressor. Muitas vezes o paciente pode sentir cansaço e sonolência durante a sessão, que são percebidos antes mesmo que ela acabe.
Ocorrem reações após a sessão?
O trabalho de autocura que o corpo desenvolve após a sessão, pode provocar ligeiro cansaço durante um ou dois dias. Por isso, é indicado que o paciente descanse após a sessão, não realize esforço físico desnecessário, não dirija seguidamente por longo período de tempo etc. Para reduzir o cansaço e auxiliar o processo, aconselha-se a ingestão de 1,5 a 2 litros de água por dia, nos dias subsequentes à sessão, a fim de facilitar o trabalho de eliminação das cicatrizes. Muito embora não sejam frequentes, outros sintomas podem ocorrer, como diarreia, vômito, aumento da dor, febre, crise emocional ou sentimento de raiva por um ou dois dias. Tudo isso acontece em razão da liberação das memórias agressoras. O paciente deve então descansar e deixar que o sistema imunológico realize seu trabalho com o mínimo de interferência medicamentosa possível, não se esquecendo de ingerir muita água.
Por que não tratar somente a zona dolorosa?
Porque a memória traumática que provoca a dor não está necessariamente no mesmo local. O corpo é um organismo complexo, que sofre reações em cadeia, as quais podem percorrer longas distâncias. Por isso, o tratamento não é feito unicamente sobre a região afetada, mas sobre todo o organismo, que o terapeuta considera em sua globalidade. Como exemplo, dores lombares podem ter origem nas glândulas paratireóides situadas na base do pescoço, ao enviarem uma mensagem química equivocada, provocando espasmos dos músculos da coluna no nível lombar. Por meio do exame e da técnica micropalpatória, o terapeuta localiza e identifica a memória traumática causadora da dor e estimula o corpo a eliminar essa cicatriz, promovendo não só o alívio, mas também ajudando a prevenir os riscos de recidivas, o deslocamento dessa memória para outro ponto ou o desenvolvimento de uma degeneração.
A melhora do paciente pode resultar de autossugestão?
A partir do momento que as mãos do terapeuta são colocadas sobre o paciente, isolam-se as porções do tecido corporal que guardam as memórias de agressões e se estimula o corpo a que promova sua autocorreção. Considerando que isso acontece com pessoas de todas as idades, desde recém-nascidos até idosos, é evidente que a melhora do paciente não resulta de autossugestão, mesmo porque bebês não podem ser sugestionados pela micropalpação. Além do mais, pessoas muito descrentes obtêm excelentes resultados com a microfisioterapia.
É uma técnica científica?
Hoje, considera-se ciência o que foi avaliado. A microfisioterapia foi objeto de mais de trinta tipos de avaliações, algumas em meio hospitalar e de acordo com protocolos rigorosos (duplo cego), as quais comprovaram, por exemplo, o efeito benéfico da técnica em 74% dos pacientes submetidos a teste e que sofriam de colopatia crônica. Do mesmo modo, foram realizadas várias investigações em laboratórios sobre os ritmos vitais dos organismos vivos. Na Europa foram desenvolvidos quarenta e dois trabalhos científicos a respeito da microfisioterapia e no Brasil estão sendo realizadas pesquisas em parceria com Universidades. Atualmente, cerca de 5.000 microfisioterapeutas encontram-se em atividade na comunidade europeia, onde governos reconhecem a técnica e pagam por sessões em decorrência dos benefícios proporcionados pela melhoria da qualidade de vida e do bem-estar das pessoas e pela diminuição do consumo de medicamentos.
Qualquer um pode praticar a microfisioterapia?
Não. Todos podem sentir os micromovimentos do corpo, no entanto é necessário um conhecimento profundo da anatomia humana para realizar um bom tratamento. Por isso, o Centro de Formação de Microfisioterapia (França) somente admite fisioterapeutas em seus cursos. Antes de ser microfisioterapeuta, o fisioterapeuta é, sobretudo, um profissional da saúde, com um diploma de Estado. No Brasil, apenas fisioterapeutas podem atuar.
Quais problemas a microfisioterapia pode aliviar?
Muitas doenças e dores se devem a pequenas disfunções que se acumulam durante a nossa existência e terminam por enfraquecer o organismo. Essas disfunções podem ter como causa uma frustração, perdas, sentimentos de abandono, traumas que ocorreram na gestação, intoxicações e até mesmo memórias hereditárias. A microfisioterapia ajuda o corpo a eliminar estas “cicatrizes” e a melhorar seu estado de saúde. Ela auxilia o organismo a promover sua própria reconstituição, eliminando os vestígios emocionais e traumáticos. Muitos problemas de saúde podem ser solucionados com a microfisioterapia.
Escrito por : Dra. Roberta Rocco é fisioterapeuta, especializou-se em Microfisioterapia, com os criadores Daniel Grosjéan e Patrice Bénini, sendo uma das pioneiras na utilização da técnica no Brasil, desde 2008.
Fonte: microterapia